A gota não é gota de orvalho é gota de desespero que suave empadece sombria em faces.
Cria o percurso sem chegada se desenrola carregando o amargo arrependimento. Não soluciona, simplesmente caminha lenta e dolorosa no rosto por desgostos. A gota sem sentido a vida sente. Sem sentir, rola embriagada de dor e permanece na lembrança torturante de rolar em momentos onde a suposta dor não suporta seu elo com a paz.
A gota não rola, desliza, sublime como pluma, dolorida como agulhadas, angustiante desliza, lisa fere a alma como a espada fere o coração, como o amor fere os tolos. A gota assim, simples é cheia de lembranças é viva e é passado. Transforma o presente atual sendo o pior dos presentes. Não é linda essa gota, é triste, amarga, salgada e dói. Sendo a gota dor surreal não se pode sentir de fora para dentro. Por fora ela é quente como sangue e por dentro é vazia, fria e quase mórbida. Toda dor carregada pela gota não se despede quando acaba. Sem fim ela volta a rolar trazendo toda angustia que um dia foi verdade para no outro se chamar gota.
oi Cynthia , andei pela net e parei aqui no seu blog muito simpatico, tambem sou froes . parabens pelo blog. Se quiser tens aí meu Msn.
ResponderExcluiré bom ver o crecimento artistico de alguem que sabemos do ardor e da luta para coquistar seu espaço. Barabéns!
ResponderExcluir