Uma voz...
Um quarto escuro...
Uma janela fechada...
A porta trancada...
O diálogo...
_ Olhe, para ver o que tu perdes. (Voz)
_ Não vejo nada
_ Pois abra a porta... (Voz)
_ A porta esta trancada...
_ Apenas olhe... (Voz)
_Não vejo nada...
_ O que não quer ver? (Voz)
_ Não vejo nada...
_ O que precisa ver? (Voz)
_ Abra a janela para que veja... (Voz)
_ Mas, esta trancada, não posso ver...
_ A janela não esta trancada... (Voz)
_ A janela não sei...
_ Então abra! (Voz)
_ Não posso ver a janela, não vejo nada...
_ E vai continuar a não ver! (Voz)
Obs: Trecho Destino de um Andarilho.
A janela da Alma de você é imensa.
ResponderExcluirSeu jeito gostoso de ser, é a voz e o tempero libertador.
Dentro de mim, cresce uma janela que fala com uma voz doce.
E a voz doce, sua e incrível, suando no incrível me diz: Paixão ardente!
Janela de emoções brilhando fértil numa ponte de nós dois.
E,na rapidez estreita de uma aproximação.
E,na fluidez atenta: de acontecimentos inevitáveis.
Urge o espetáculo!!!
Que são duas vozes contracenando no roteiro mágico.
E o mágico abre a janela: para alguma coisa surpreendente!
Essa surpresa, ás vezes é o amor , e a entrega!
Muito bom, gostei da sua forma de escrever.
ResponderExcluirSuave e profunda
Gostei!
Florzinha vc é uma poeta de grande talento linda!!!
ResponderExcluirOlá, amigos e amigas...
ResponderExcluirEsse é um trecho da história Destino de um Andarilho que em breve deixará de ser apenas história e se tornará um livro.
E obrigada pela força.